sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Como Controlar Cupim – Celeiro Rural

Como Controlar Cupim – Celeiro Rural



CONTROLE BIOLÓGICO DE CUPIM, FUNGO METARHIZIUM ANISOPLIAE
1 FRASCO DE 100 ML POR APENAS R$ 50,00
*Mais despesas de entrega.
CONTROLE BIOLOGICO DE BARATA
CLASSE: Ecológico, Bio-inseticida
Os cupins estão em todos os lugares e vão de uma forma silenciosa, porém, muito violenta invadindo tudo, destruindo nossas casas, os telhados, arvores ou qualquer matéria que contenha madeira, é um inimigo silencioso, porém muito perigoso, que em algumas situações chegam a colocar vida de pessoas em risco.
Hoje em dia o combate a cupins é muito difícil e caro, tem de se usar práticas químicas, uso de agrotóxicos muito perigosos que por sua vez interferem na saúde humana e acaba por trazer consequências gravíssimas,  pensando nisto milhões de brasileiros deixam de fazer o controle aos cupins com o medo do veneno que é super perigoso.
Combater esta praga não é nada fácil. Eles são muito resistentes aos venenos por estarem, muitas vezes, em pontos profundos da madeira e inalcançáveis aos venenos tradicionais. Mas nem tudo está perdido
Hoje a melhor solução é o uso de um bio controlador de ação eficaz, O nosso produto se trata de um INSETICIDA BIOLÓGICO, que não faz mal nenhum para o ser humano e é altamente eficaz contra cupins, é a opção barata, simples e eficaz que você pode levar para o seu lar, ou para seu trabalho, pois não existe nenhum tipo de componente químico.
O produto é extraído da própria natureza e vem seguindo a linha de vários outros produtos da linha de defensivos verdes.
Ação do produto: os insetos molhados e contaminados vão levar a contaminação até a rainha matando todo o ninho e uma vez que, banhando a superfície atingida com o produto, vai se espalhar por todo o conjunto fazendo o total extermínio e sufocamento através das trilhas e até mesmo do ninho, O fungo causa uma epidemia na colônia, pois ao infectar um inseto, este infecta os demais e a rainha, acabando com toda a colônia. 
 
Como usar: Diluir 50 gotas em um litro de água e com o auxilio de um borrifador ou pulverizador, banhar toda a área afetada, o ninho e os caminhos, molhar bastante, é necessário realizar uma nova aplicação após 10 dias da primeira. Após feito a diluição em água limpa, deve se usar a mistura em até 5 horas.
Conservação: Local fresco e longe de umidade e raios solares. 
Forma de envio:  Via correio 
COMPOSIÇÃO
METARHIZIUM ANISOPLIAE 20%
Bactéria gfr85 10%
Molécula 458p 10%
P 365 for 10%
Veículos 50%
Esta é a garantia da total exterminação do cupins de forma segura

sábado, 16 de setembro de 2017

Chile quer elevar venda de salmão ao Brasil para 100 mil t em dois anos – Celeiro Rural

Chile quer elevar venda de salmão ao Brasil para 100 mil t em dois anos – Celeiro Rural





A indústria chilena de salmão espera elevar as exportações do produto para o Brasil para cerca de 100 mil toneladas em um horizonte de dois anos. Representantes do setor têm feito campanhas de incentivo ao consumo do peixe no mercado brasileiro.
O Chile é o principal fornecedor de salmão para o Brasil. No ano passado, o volume adquirido foi de 71,85 mil toneladas, que rendeu à indústria do país US$ 466,76 milhões. Os dados do governo brasileiro englobam as compras do peixe vivo, além do produto seco, congelado, salgado ou defumado.
Nos primeiros cinco meses de 2017, as compras foram de 30,65 mil toneladas, um crescimento de 13,54% em relação ao intervalo de janeiro a maior de 2016. O valor das importações desse ano foi de US$ 242,68 milhões, conforme o sistema Agrostat, do Ministério da Agricultura.
“O consumo de salmão no Brasil foi muito concentrado em restaurantes japoneses, mas, de cinco anos para cá, veio se diversificando e chegando às casas”, afirma Igal Neiman, diretor de marketing e planejamento da Camanchaca, uma das principais empresas do ramo no país.
Neiman esteve recentemente no Brasil, representando o setor em uma série de iniciativas de promoção do salmão chileno no mercado brasileiro, onde o maior consumo é do peixe fresco. A campanha, realizada há cerca de cinco anos, é uma parceria do setor privado com o governo do país.
As promoções são feitas, especialmente, em pontos de venda no varejo, voltadas para o consumo também em casa, além de campanhas de mídia. Neste ano, no entanto, a representação chilena estendeu o contato para os médicos cardiologistas, apelando para os benefícios do salmão para a saúde.
 
Para o Chile, o Brasil é o segundo destino do salmão, com participação de 19% no total. Fica atrás apenas dos Estados Unidos, que respondem por 38% do que os chilenos exportam anualmente. A visão da indústria do país é de que há um forte potencial de crescimento do mercado brasileiro, a exemplo do que já foi demonstrado anteriormente.
Entre os 12 principais consumidores de salmão do mundo, o Brasil é o quarto, atrás de Estados Unidos, França e Polônia. Mas é o que registrou maior crescimento, com uma média anual de 28% entre 2010 para 2015. O volume passou de 26,4 mil para 91,32 mil toneladas, conforme dados apresentados pelo representante da indústria chilena.
“Mas o consumo per capita no Brasil ainda é baixo, de cerca de 500 gramas. É possível continuar crescendo”, acredita Igal Neiman. Os americanos, segundo os dados dele, consomem 354,61 mil toneladas e registraram taxas média de crescimento de 12% ao ano entre 2010 e 2015
Produção
Antes de expandir as vendas, no entanto, o Chile precisa recuperar sua produção de salmão. A indústria do país registrou queda de volume, ressalta Igal Neiman. Entre o quarto trimestre de 2016 e os primeiros três meses deste ano, diz ele, a produção foi 20% menor que no intervalo entre o quarto trimestre de 2015 e o primeiro de 2016.
“Por causa do El Niño, as águas ficaram mais quentes e favoreceram o aparecimento de algas, que causaram mortalidade dos peixes”, explica, fazendo questão de ressaltar que não se trata de contaminação por doenças.
A região sul do país concentra cerca de 20 empresas produtoras, acrescenta Neiman. O abate do salmão é feito, em média, com cinco quilos e 15 meses de idade.
“No Chile, há uma limite de produção por zona de criação. Por um lado é bom, do ponto de vista da sustentabilidade, mas, por outro, acaba limitando o crescimento da oferta”, pontua o executivo.

Ministério Público pede liberação da pesca de 8 espécies no Espírito Santo – Celeiro Rural

Ministério Público pede liberação da pesca de 8 espécies no Espírito Santo – Celeiro Rural



Garoupa, cherne-verdadeiro, badejo amarelo, peixe-batata, pargo e cação-noturno estão com a pesca proibida no litoral capixaba

O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) pediu, em tutela de urgência e posteriormente definitiva, que a Justiça suspenda imediatamente a aplicação da portaria nº 445/2014, do Ministério do Meio Ambiente no trecho em que proíbe a pesca de peixes das espécies garoupa verdadeira, garoupa, cherne-verdadeiro, badejo amarelo, peixe-batata, caranha, pargo e cação-noturno no litoral do Estado.
O MPF/ES ingressou como parte na ação civil pública que já tramita na Justiça e foi proposta pela Colônia de Pescadores Z-2 e Colônia de Pescadores e Aquicultores Z-5 Maria Ortiz. No entendimento no MPF, a demanda é de relevância social e a aplicação da portaria, elaborada a partir de razões técnicas insuficientes, resultará em grande prejuízo à cadeia produtiva pesqueira do Estado, em especial aos pescadores artesanais.
Estudo
O MPF explica que a proibição foi feita com base em estudos de abrangência nacional. As espécies ameaçadas de extinção são classificadas nas categorias: Extintas na Natureza (EW), Criticamente em Perigo (CR), Em Perigo (EN) e Vulnerável (VU). “No entanto, não é possível verificar como está a situação no Sudeste e, em particular, no Espírito Santo. Além disso, em vários trechos os estudiosos admitem que não há dados disponíveis para análise detalhada da população de cada espécie”, diz o MPF.
 
“Se os próprios estudos admitem insuficiência de dados e a presença de características diferenciadas de ocorrência de cada espécie no litoral, como se elabora lista nacional que abrange, de forma indistinta, todas as regiões?”, questiona o pedido do procurador da República André Pimentel Filho.
Desproporcional
Na avaliação do Ministério Público, a restrição à atividade pesqueira determinada pela portaria é desproporcional. “O Poder Público não pode, ainda que seja com a nobre intenção de proteger o meio ambiente, utilizar-se de instrumento normativo que simplesmente atropela atividades legítimas e tradicionalmente exercidas, ainda mais quando não estão evidentes e bem postas as razões técnicas que justificam a restrição e a adequação dessa restrição ao fim a que se destina”, justifica a petição do MPF.
A Procuradoria acredita que o Ministério do Meio Ambiente não poderia, de pronto, descartar medidas menos impactantes à atividade pesqueira, em especial a artesanal. Poderia, por exemplo, definir cotas por embarcação, restringir a captura a determinado tamanho/peso e não, sem o embasamento técnico devido, proibir a pesca.
O MPF entende que tal norma não poderia ter sido instituída uma vez que foi feita de forma unilateral pelo Ministério do Meio Ambiente, sem a participação da esfera de governo competente para tratar de assuntos relacionados à pesca, que é o Ministério da Pesca e Aquicultura (atualmente da Agricultura).
“A norma deve permitir que todos os aspectos técnicos ambientais, pesqueiros, econômicos, sejam correta e profundamente analisados, tendo como resultado lista que contemple e avalie os interesses da produção pesqueira e de preservação do meio ambiente, ou seja, nem excessivamente protetora, nem demasiadamente permissiva”, afirma o documento.

Rondônia investe em café robusta de alta qualidade – Celeiro Rural

Rondônia investe em café robusta de alta qualidade – Celeiro Rural



Objetivo é agregar valor ao grão gourmet com “terroir” amazônico e conquistar mercados no Brasil e exterior ávidos por novidades

Arábica é bossa nova, robusta é rock’n’roll, define Enrique Alves, pesquisador da Embrapa Rondônia, enquanto recebe de Bruno Assis uma taça do legítimo “amazônia coffee”. Proprietário da Juninho Soft Café, em Porto Velho (RO), Bruno gosta de servir seu café 100% robusta em taça de vinho para mostrar ao consumidor toda a cremosidade da bebida. Enrique e Bruno são entusiastas do café robusta produzido em Rondônia e estão dispostos a provar que o canephora, a exemplo do arábica, também pode dar uma boa bebida e ser vendido como produto gourmet se adotadas as boas práticas desde o manejo do plantio até o pós-colheita.



Quinto maior produtor de café do Brasil, o Estado vai colher nesta safra 1,870 milhão de sacas de 60 quilos em uma área de 87.600 hectares, cerca de 15% mais que na temporada anterior. Os 22 mil cafeicultores só produzem robusta, o que torna o Estado o segundo maior produtor da espécie no país.



Bruno “descobriu” o robusta há seis anos, quando morava em Cacoal (RO), a capital do café de Rondônia. “Eu só fazia expresso com arábica, mas os turistas que visitavam a cidade queriam provar o café da região. Tomei isso como um desafio e fui visitar produtores locais. Nas lavouras, senti um aroma doce no ar e vi grãos vermelhos que pareciam cerejas mesmo, de tão grandes. Meu pai e eu selecionamos alguns produtores que colhiam só os maduros para nós, começamos a fazer blends com arábica e logo estávamos produzindo o 100% robusta, que tem um aroma marcante, é bem cremoso, encorpado, e não tem acidez”, conta.



Um dos fornecedores da Juninho Soft Café é Anerlei Sérgio Kalk, de 40 anos. Ele nasceu em Nova Venécia (ES) e chegou a Cacoal, aos 5 anos, com toda a família. O pai, Ademar, lotou o caminhão Mercedes 1115 com a mudança, seguindo a rota de muitos cafeicultores capixabas que resolveram apostar a sorte em Rondônia no final dos anos 1970. A ideia de Ademar era trocar o caminhão por 42 alqueires, mas o vendedor passou a perna no capixaba e só entregou 5 alqueires. “Foi uma luta. Fomos pelejando daqui e dali, morando com o meu tio. Com 12 anos, eu trabalhava a semana inteira para comprar comida”, lembra Sergio.





Os Kalk ficaram impressionados com a alta produtividade do robusta em Rondônia. Aos poucos, conseguiram comprar mais terras em Cacoal. Ele já selecionou 50 matrizes em seu jardim clonal. Hoje, ele tem 38 mil plantas em 7 hectares e consegue entre 80 e 94 sacas por hectare sem irrigação. “Melhoramos a genética do robusta, obtendo um café mais resistente à seca. Praticamente não uso agrotóxico na lavoura, o que reduziu muito os custos de produção. Além disso, o rendimento é muito superior à média, que aumentou o espaçamento e adensou o plantio”, diz o produtor.



No ano passado, Sergio Kalk conquistou o primeiro lugar no Concurso de Qualidade do Café de Rondônia. “O concurso me pagou R$ 1.000 pela saca, quando os maquinistas pagam R$ 370, mas atualmente faço café de qualidade e não ganho mais por isso”, afirma Sergio.

As experiências de Bruno Assis no varejo e de Sergio Kalk na lavoura, aliadas às pesquisas desenvolvidas na Embrapa, apontam para um novo rumo para a cafeicultura de  Rondônia: desenvolver um café robusta gourmet no “terroir” amazônico para atender não apenas à indústria, mas também a nichos de mercado ávidos por novidades. “Os  robustas da Amazônia são exóticos, achocolatados e especiais. São produzidos em terras acostumadas a castanhas, cacaus e cupuaçus”, diz Enrique Alves, especialista em colheita e pós-colheita da Embrapa.



Para Enrique, além das características de solo, topografia e clima, Rondônia tem a vantagem de contar com um rico patrimônio genético nas lavouras. A pesquisa busca clones com alta produtividade, tolerância a pragas e doenças, adequados a novos espaçamentos, arquitetura favorável à mecanização e boa qualidade de bebida. Desde 2010, a Cooperativa dos Produtores Rurais Organizados pela Ajuda Mútua (Coocaram), em Ji-Paraná, produz e exporta café orgânico para a Europa. As lavouras arborizadas, conduzidas por pequenos produtores da região, são certificadas e seguem as normas do “fair trade” (comércio justo).



Toda a pesquisa do café no Estado é desenvolvida no campo experimental da Embrapa em Ouro Preto D’Oeste, onde está uma das mais importantes coleções de canephora do país. Lá estão os  clones que serão lançados nos próximos anos. São os híbridos intervarietais de variedades conilon e robustas, que reúnem características estratégicas para o setor produtivo. “Queremos construir um programa de melhoramento participativo que considere o produtor não um simples usuário da tecnologia desenvolvida pela Embrapa, mas um parceiro. Cafeicultores como Sergio Kalk vêm selecionando há vários anos os materiais que mais se adaptam a suas condições de manejo e produção. Queremos compartilhar toda essa riqueza genética com o setor produtivo”, explica Enrique Alves.

Crise hídrica leva governo do ES a proibir irrigação de café durante dia – Celeiro Rural

Crise hídrica leva governo do ES a proibir irrigação de café durante dia – Celeiro Rural



Resolução da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) proibiu a captação de água para fins que não sejam o abastecimento humano

Produtores de café no Espírito Santo estão proibidos de irrigar suas lavouras entre às 5h e 18h, na medida em que crescem as preocupações com os baixos níveis dos reservatórios de água em algumas regiões, por causa da falta de chuvas.
A suspensão faz parte de uma resolução publicada na segunda-feira, pela Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), que restabeleceu o cenário de alerta em todo o Estado, proibindo a captação para fins que não sejam o abastecimento humano. O Estado é o maior produtor de café conilon do Brasil e responde por cerca de 70% da produção nacional e 20% da safra global da variedade.
A partir de agora, a captação para irrigação ou produção industrial, por exemplo, somente poderá ser realizada no período noturno. Não foi divulgado um prazo para o fim da resolução. No ano passado, a crise hídrica levou o Estado a proibir totalmente a irrigação. Em nota, o diretor presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), Leonardo Deptulski, explicou que em alguns locais a situação hídrica é mais delicada, como em Itaguaçu, no noroeste do Estado, a 130 km da capital Vitória.
“Na Região Metropolitana da Grande Vitória ainda não há risco de racionamento. Tem chovido bastante e os Rios Jucu e Santa Maria da Vitória, que abastecem a região, ainda mantém vazões suficientes. Mas em várias regiões a situação é bem diferente, portanto, estamos restabelecendo o Cenário de Alerta”, informou Deptulski.

Multiplicação de colméias – Celeiro Rural

Multiplicação de colméias – Celeiro Rural



Saiba como dividir as colônias de abelhas

O processo de divisão de colônias é simples, mas exige bastante atenção para não haver perdas do material. Separe e coloque sobre pequenas bolas de cera, instaladas em uma caixa vazia, os favos mais claros com pupas da colônia-mãe. Os mais escuros, com ovos e larvas, não devem ser manipulados. É muito importante localizar na borda dos favos mais claros uma célula real, cujo local onde uma nova rainha nascerá é seis a oito vezes maior do que as células operárias. Contudo, caso não a encontre, desfaça o procedimento e repita-o 30 dias depois. A nova caixa deve ser colocada no lugar onde estava a colônia-mãe, para receber as abelhas campeiras que estavam voando. Vistorie e alimente a colônia-filha duas vezes por semana.

O VELHO LAVRADOR E SEUS FILHOS – Celeiro Rural

O VELHO LAVRADOR E SEUS FILHOS – Celeiro Rural



Houve, num tempo muito distante, um velho lavrador que tinha dois filhos. Após ficar gravemente enfermo e sentindo que iria morrer, chamou os dois até a cabeceira de sua cama  e assim lhes falou: 
                 – Meus queridos filhos, sinto que vou morrer; antes, porém, quero dizer-lhes que toda a fortuna que posso deixar-lhes  e que repartirão em partes iguais, é a fazenda  e as terras; desejo que continuem a cultivá-las, pois nelas, a um dou dois pés de profundidade, há um tesouro. 
                 Os filhos ficaram entusiasmados, acreditando que seu pai falava de alguma soma de dinheiro enterrada nas dependências da fazenda, e assim, depois da sua morte, puseram-se com todo o afã a cavar  as suas terras palmo a palmo. Extenuados de fadiga, não conseguiram encontrar o tal tesouro; mas a terra, perfeitamente cavada e removida, deu-lhes uma abundante colheita que foi a justa recompensa do seu trabalho. 
MORAL DA HISTÓRIA
 Não existe forma milagrosa para enriquecer. O trabalho cuidadoso e persistente é a verdadeira fonte de riquezas. Por isso, nunca desista dos seus sonhos. 

Benefícios da Proteína de Ervilha

  A proteína de ervilha é uma opção de ingerir proteínas a base de plantas. O suplemento a base de proteína de ervilha foi criado com o...